Primeiro queria deixar registrado mais um parabéns pro meu namorido que está fazendo 23 aninhos hoje, mesmo sabendo que ele não visita blogs, nem o meu! Pois bem, hoje é um dia feliz. Eu o desejo tudo de mais prazerozo, a concretização de todos os seus sonhos. E eu sei que ele tem muitos. E ele sabe que eu o amo junto a toda essa bagagem de sonhos, isso é muito importante.
E agora um dos meus instantes efêmeros que sempre se repetem...
Todo mundo já deve ter pensado que presenciou coisas absurdas na vida e eu não sou diferente. Existem coisas que eu não entendo como eu consigo entendê-las. Talvez eu deva dizer que finjo entendê-las. É certo que é fundamental que dentro da vida temos que saber como funciona sua manutenção, que muitas vezes custa bem caro.
Obrigação é uma daquelas coisas que fazem parte da existência de quem as engole e digere com tranquilidade, de forma trivial. A minha existência não abriga o seu efeito. Não há como continuar tentando se equilibrar na linha torta que obriga a ser quem não se é.
A minha vontade é de jogar uma bomba nuclear, para não ter que morrer sozinha, de preferência bem perto da falta de respeito que afeta algumas pessoas.
Nem que eu queira isso se resume ao egoísmo bestial de um ser humano, é muito mais que isso, é uma falta inata de caráter, de fidelidade e de consideração ao próximo. Eu não diria nem falta de amor. AMOR é uma desilusão daquilo que realmente é o amor, segundo Lispector. E eu concordo com ela!
A superficialidade que emerge aos olhos dos outros não chega nem ao começo do que se esconde entre minha mente e alma. Se conseguissem ver por trás da roupa, da pele, dos órgãos... uma dimensão quase abstrata munida de idéias e atos correspondentes, agentes da mais complexa subjetividade que me faz ser.
Bárbara Pacheco
sábado, 4 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário